
Estava eu em meu lugarzinho no ônibus, em pé, pois não tive a paciência de esperar um ônibus vazio para ir sentada.
Em meio dos sacolejos e solavancos que toda boa lotação nos proporciona, eis que uma mulher atendeu o celular. Durante todo o trajeto diversos assuntos “rolaram” e por mais que eu tentasse não prestar atenção na conversa, juro que não dava. Acho que estava falando com uma amiga próxima, pois falou do final de semana que pelo que me pareceu passaram juntas, falou da filha e por ai foi.
-Então menina, não sei mais o que fazer, já passei de tudo.
-.... - Alguma coisa foi respondida do outro lado da linha, acredito que alguma solução ou possível solução. Deveria ser aquelas receitas mágicas da avó da minha avó, sabe.
-Já escrevi até bilhete para a “tia da escola”, mas não adianta. Eu limpo a cabeça dela todos os dias, quando a bendita volta da escola, já está ela com uma comunidade deles novamente.
-Blábláblá....
No momento em que me liguei que o papo era piolho, é incrível, mas minha cabeça começou a coçar instantaneamente (Psicológico). Só sei dizer que esse assunto se desenrolou por grande parte do trajeto, quando a mãe desesperada me solta a seguinte solução:
-Já sei! Vou mandar ela de capacete para a escola.
Não sei explicar ao certo no que eu achei graça, mas quando pequena fiz minha mãe passar por esse mesmo desespero. E quando a moça falou essa solução, minha mente “na hora” desenhou uma pobre menininha de um lado com um imenso capacete em sua cabeça e a mãe desesperada do outro lado feliz da vida achando que encontrou uma solução para “os piolhos”.
Por fim, desci do ônibus e a imagem da menina de capacete foi para casa comigo. E não vou negar que dei risada desse “causo”. Coitadinha das mães mantenedoras de cabelos compridos de filhas, mas basta digitar no Google uma palavra pertinente ao assunto que muitas receitar para o extermínio do piolho virão.
A Jaci, a moça que cuida lá de casa, passou uma que disse ser infalível. Pegar a Arruda ferver bastante e depois lavar o cabelo da criança com esse “chá” (esperem esfriar), ela acrescentou também que quando a filha dela pegou piolho ela chegou até a esfregar a arruda na cabeça da coitada, conclusão: RESOLVIDO, sem piolhos.
Em meio dos sacolejos e solavancos que toda boa lotação nos proporciona, eis que uma mulher atendeu o celular. Durante todo o trajeto diversos assuntos “rolaram” e por mais que eu tentasse não prestar atenção na conversa, juro que não dava. Acho que estava falando com uma amiga próxima, pois falou do final de semana que pelo que me pareceu passaram juntas, falou da filha e por ai foi.
-Então menina, não sei mais o que fazer, já passei de tudo.
-.... - Alguma coisa foi respondida do outro lado da linha, acredito que alguma solução ou possível solução. Deveria ser aquelas receitas mágicas da avó da minha avó, sabe.
-Já escrevi até bilhete para a “tia da escola”, mas não adianta. Eu limpo a cabeça dela todos os dias, quando a bendita volta da escola, já está ela com uma comunidade deles novamente.
-Blábláblá....
No momento em que me liguei que o papo era piolho, é incrível, mas minha cabeça começou a coçar instantaneamente (Psicológico). Só sei dizer que esse assunto se desenrolou por grande parte do trajeto, quando a mãe desesperada me solta a seguinte solução:
-Já sei! Vou mandar ela de capacete para a escola.
Não sei explicar ao certo no que eu achei graça, mas quando pequena fiz minha mãe passar por esse mesmo desespero. E quando a moça falou essa solução, minha mente “na hora” desenhou uma pobre menininha de um lado com um imenso capacete em sua cabeça e a mãe desesperada do outro lado feliz da vida achando que encontrou uma solução para “os piolhos”.
Por fim, desci do ônibus e a imagem da menina de capacete foi para casa comigo. E não vou negar que dei risada desse “causo”. Coitadinha das mães mantenedoras de cabelos compridos de filhas, mas basta digitar no Google uma palavra pertinente ao assunto que muitas receitar para o extermínio do piolho virão.
A Jaci, a moça que cuida lá de casa, passou uma que disse ser infalível. Pegar a Arruda ferver bastante e depois lavar o cabelo da criança com esse “chá” (esperem esfriar), ela acrescentou também que quando a filha dela pegou piolho ela chegou até a esfregar a arruda na cabeça da coitada, conclusão: RESOLVIDO, sem piolhos.

